Comunicação

Fake News: não promova notícias falsas

Não viralize bobagens

Fake News é crime. Hoje é fácil rastrear a origem e quem propaga informação mentirosa. Basta ver os hackers presos, o desmonte de golpistas ou até como rastrear e identificar os “fofoqueiros digitais” em processos judiciais.

É muito ridículo ser um papagaio digital, ser usado, e pior, acreditar numa mentira e reproduzi-la como sendo uma verdade de Facebook, uma fofoca de grupo de Whatsapp, isso é uma manipulação de informação em escala geométrica.

É fácil entender como se manipula a “opinião” através de algoritmos. Veja a série Black Mirror ou o filme Brexit. Neles se mostra como uma mentira vira uma crença limitante que prejudica a sociedade e tira-lhe o poder de compreensão. Isso destrói amizades, compromete o desenvolvimento de nações, compromete reputação e criam-se mitos onde não existe. São situações que acontecem todos os dias.

Fuja desse mundo da informação nefasta, abra-se para o novo, confirme a informação do tema de que você gosta. É fácil! Meios de comunicação, grande imprensa e jornalistas renomados têm mais cuidado com o que divulgam, e mesmo assim erram. Checam fatos e fontes, e também se baseiam em dossiês, grupos de whatsapp e fontes que representam interesses. Uma colocação ou uma frase em uma matéria pode ser “pinçada” pelo interesse de grupos e esse trecho passa a ser manipulado, tornando-se uma verdade fora do contexto. A confusão começa aí.

Na dúvida! Confirme a notícia antes

Viralizar bobagens é fácil. As pessoas estão com pressa e é mais fácil retuitar sem pensar e, principalmente, sem checar.

Reproduzir o negativo destrói trabalhos de construção de imagem positiva de homens e mulheres de bem, que trabalham pelo sustento e pela engrenagem do progresso de uma categoria profissional. Entendeu a mensagem?

Entramos na segunda década do século XXI e o compromisso pela verdade deve iniciar agora, seja pela legalidade da privacidade (a Lei Geral de Proteção de Dados começa a valer em agosto de 2020) ou pelo empenho em manter e promover mensagens construtivas nas redes sociais. Falar mal, sem razão, é deselegante e incomoda. Se não serve para você, delete, não passe para frente. Simples assim.

Há várias ações sociais, campanhas solidárias e projetos de construção de um país melhor.

Fake news é crime

Não se deve fugir das tecnologias que proporcionam avanços fantásticos. Estudar, ler, ouvir e ver o que quer, na hora que quiser. Dados da Rock Content divulgados em novembro de 2019, contabilizam: 3,8 bilhões em todo o mundo estão conectados no mundo virtual, 3 bilhões de usuários usam as redes sociais, o Youtube tem mais de 1 bilhão de vídeos visualizados por dia, o whatsapp business já tem mais de 1 bilhão de usuários e o Facebook tem 2 bilhões de usuários. Olha que força maravilhosa para fins positivos e o potencial espetacular para cobrar o que está errado e defender os direitos do cidadão. Alimente a sua mente com alto astral, música boa, fazer algo de que gosta e o deixa feliz. A internet tem milhões de coisas bacanas para você escolher – do vídeo bonito no Youtube até filme de streaming nos aplicativos.

Você, sua família, amigos, colegas de jornada e comunidades de afinidades devem usar as redes sociais, montar site, ter blog, fazer vídeos de suas habilidades, ajudar as pessoas a serem melhores e denunciar o que está errado, utilizando dados verdadeiros e corretos.

Antes de você disseminar uma informação duvidosa pelas redes sociais, reflita: como está contribuindo com o próximo. Só se constrói uma casa com bons alicerces, então, não seja massa de manobra, seja argamassa que consolida bases para pontes. Use sua rede pessoal para montar grupos assertivos e focados no bem e na justiça.

Fakenews é crime e uma estrada esburacada e sem saída. Não entre nessa.