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Imposto de Renda 2020: comece já

   O fim do ano é um ótimo período para organizar documentos e recibos necessários para fazer sua declaração de Imposto de Renda Pessoa física 2020.

   É importante separar os recibos médicos e educacionais, comprovantes, declarações de bens e informes de rendimentos.

   É bom lembrar que entre as mudanças do imposto de renda uma que exige atenção, pois exige tempo dentre elas todos os dependentes deverão ter CPF ou seja, caso seus filhos ainda não possuam o documento, este é o momento para providenciá-lo e não deixar para última hora.

   É certo que em meados de março do ano que vem a Receita Federal já comece a receber as informações dos contribuintes, o quanto antes melhor para que o contribuinte receba sua restituição e fique regular perante ao fisco.

   Quando está época se aproxima é comum surgirem dúvidas relativas ao tipo de dado que deve ser apresentado na declaração e de que forma é possível se preparar para não correr o risco de cair na malha fina.

Pensando nisso destacamos algumas dicas para você se organizar desde já

•   Providencie os recibos e notas fiscais de planos de saúde, consultas e internações do titular e dependentes.

•   Cursos técnicos profissionalizantes, escola regular, faculdade, especializações, mestrado e doutorado podem ser abatidos dentro do limite estabelecido pela legislação, por isso é importante solicitar os comprovantes em tempo hábil.

•   Imóveis, veículos e outros bens também precisam ser declarados, por isso sera preciso ter em mãos o nome completo do adquirente ou vendedor, endereço e CPF ou CNPJ, além do comprovante de aquisição ou venda.

•   Recibos de doações feitas ou recebidas, comprovantes de aluguéis, carnês de contribuições feitos ao INSS de empregados domésticos, comprovantes referentes à compra e venda de ações, empréstimos e financiamentos, pensão alimentícia ou herança recebida também devem estar organizados para fazer a Declaração.

   Conhecido por Imposto sobre o Rendimento, o Imposto de Renda (IR) é uma taxa cobrada anualmente, sobre os ganhos de alguns cidadãos brasileiros. De acordo com o rendimento de cada um deles, a cobrança passa a ser obrigatório.

Quem deve declarar Imposto de Renda?

Mesmo sendo um assunto muito comentado entre os brasileiros, obrigatório e anual. Ainda surgem muitas dúvidas sobre os seus procedimentos. Se você teve um rendimento superior neste ano, veja a seguir quem realizar a declaração do Imposto de Renda:

•   Trabalhadores brasileiros que tiveram um rendimento tributável superior à R$ 28.559,70;

•   Rendimentos tributáveis ou não tributáveis direto da fonte superior ao valor de 40.000,00;

•   Trabalhadores rurais com receita bruta anual superior ao valor de R$ 142.798,50;

•   Cidadãos até o fim do ano anterior passaram a ter posse de bens cujo o valor ultrapassou o valor de R$ 300.000,00;

•   Obteve ganho de capital sobre alienação de bens e direitos;

•   Cidadãos que tiveram operações na bolsa de valores, mercados futuros ou atividades parecidas;

•   Cidadãos do setor rural que queiram realizar compensação de prejuízos e perdas nos anos passados

•   Se oficializou como cidadão brasileiro, se encontrando no país no último mês do ano

Quem NÃO deve declarar Imposto de Renda?

Ciente a quem está destinado esse imposto, veja também, quem não precisa declarar Imposto de Renda 2020:

•   Cidadãos que não se enquadrem nos requisitos que citamos no tópico anterior;

•   Cidadãos atendam alguns desses requisitos, mas já tenham sido declarados como dependente de outra pessoa que também efetua contribuições;

•   Cidadãos que passaram a ter posse de bens e direitos sem ultrapassar o valor de R$ 300.000,00, no último mês do ano anterior.

Isenção do IRPF 2020

Mesmo sendo um imposto de cunho obrigatório, existem critério que permitem conceder a isenção do Imposto de renda 2020. Então, estarão privados desses valores, quem preencher aos seguintes quesitos:

•   Brasileiros que possuem renda ligadas a aposentadoria, pensão ou reserva/reforma (para militares);

Portadores das doenças como:

•   AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida);

•   Alienação Mental;

•   Cardiopatia Grave;

•   Cegueira (inclusive monocular);

•   Contaminação por Radiação;

•   Doença de Paget em estados avançados (Osteíte Deformante);

•   Doença de Parkinson;

•   Esclerose Múltipla;

•   Espondiloartrose Anquilosante;

•   Fibrose Cística (Mucoviscidose);

•   Hanseníase;

•   Nefropatia Grave;

•   Hepatopatia Grave;

•   Neoplasia Maligna;

•   Paralisia Irreversível e Incapacitante;

•   Tuberculose Ativa.