Scania entrega primeiros caminhões a gás

Buscando a redução de emissões de CO2 em suas operações para atender a demanda de clientes que precisam associar suas marcas a ações de sustentabilidade, dois clientes da Scania receberam no final de maio os quatro primeiros R-410 6×2 movidos a gás natural veicular (GNV) e/ou biometano do Brasil.

Essa novidade facilita o acesso aos benefícios assistenciais do Mercedes-Benz Service24h, conforme as condições vigentes no período de garantia ou nos Planos de Manutenção. Além do WhatsApp, os clientes continuam com diversos outros canais de atendimento e relacionamento com a marca, como o telefone 0800 970 9090, o e-mail e o chat.

“Nosso objetivo é acelerar a comunicação com quem está na estrada e necessita de assistência técnica”, informa Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente da Mercedes-Benz do Brasil. “O WhatsApp agiliza o atendimento e o motorista pode, por exemplo, até fotografar o documento do veículo e enviar pelo próprio celular à nossa Central de Relacionamento com o Cliente. Isso agiliza todo o processo”.

De acordo com o executivo, “nesse difícil momento de pandemia, em que os caminhoneiros estão trabalhando para garantir produtos essenciais como alimentos, medicamentos, insumos e outras cargas, as praticidades do WhatsApp, como a comunicação direta e online, ajudam os clientes a agilizar a solicitação de seus benefícios assistenciais. Assim, eles podem continuar percorrendo o Brasil com comodidade e segurança”.

Veículos elétricos individuais devem ganhar mais usuários depois da pandemia

A pandemia do coronavírus traz à tona muitas reflexões sobre nossos comportamentos em sociedade, hábitos, relacionamentos e estilo de vida. Neste contexto, e nessa nova forma de enxergar como cuidamos do planeta, da nossa qualidade de vida e da nossa segurança, novas tendências para a mobilidade urbana, sobretudo nas grandes cidades, devem ser reavaliadas. E a mobilidade por meio dos veículos elétricos individuais portáteis – monociclos, patinetes ou bicicletas – deve ganhar cada vez mais adeptos em busca de um meio de transporte mais inteligente, divertido, ecologicamente correto e seguro, pois evita aglomerações de pessoas.

Há uma percepção que parece unânime: a pandemia terá efeitos perenes sobre o nosso estilo de vida, a começar pelo uso do transporte coletivo. A quarentena que vivemos tem como principal objetivo evitar aglomerações, pois o vírus é facilmente transmitido nestas situações. O transporte coletivo, especialmente nas grandes cidades brasileiras nos horários de rush, é sinônimo de aglomeração. “É por isso que o transporte individual deve despontar, mesmo depois da crise, como uma nova tendência no mundo todo, e também nas metrópoles brasileiras. Ir para o trabalho conduzindo um veículo elétrico portátil e pessoal é muito mais seguro. O melhor exemplo é o monociclo elétrico, um equipamento de mobilidade individual, rápido e versátil”, afirma Márcio Canzian, CEO da Eletricz, distribuidora que opera no mercado brasileiro desde 2018 e já virou referência no segmento de monociclos elétricos. Ele também é diretor da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

“Andar de monociclo elétrico é, provavelmente, a forma de locomoção mais segura, versátil, ágil e divertida que existe. Esse tipo de veículo, atualmente, está no topo da cadeia da mobilidade urbana individual, oferecendo inúmeras vantagens em relação aos automóveis e também ao transporte coletivo”, explica o executivo. Os monociclos elétricos também são muito eficientes para consumidores que precisam, por exemplo, se locomover até uma estação de metrô ou um ponto de ônibus para uma viagem mais longa. “Eles são perfeitos para resolver o conhecido first mile/last mile, unindo diferentes formas de se locomover pela cidade”.

Mercedes-Benz ajuda a aumentar produção para 70 respiradores mecânicos por dia

A Mercedes-Benz do Brasil, com base em seu compromisso com a responsabilidade social, está expandindo sua atuação em ações de combate ao Coronavírus e passa a ajudar a produzir respiradores no País. Juntamente com a Bosch, Toyota, GM, Flex e ABB, a Empresa participa do projeto que envolve consultoria, desenvolvimento de linha de produção e fabricação de respiradores na KTK Indústria e Comércio de Equipamentos Hospitalares, de São Paulo, que, entre vários produtos, fabrica aparelhos de respiração assistida.

Um grupo de 50 colaboradores voluntários da Mercedes-Benz, além de um gerente líder de projeto, estão atuando fortemente nessa inciativa, oferecendo vários tipos de ajuda à KTK, com destaque para o apoio na linha de montagem final e na cadeia de fornecedores.

“O objetivo desse trabalho em conjunto é contribuir para a elevação da capacidade de produção da KTK, atendendo ao aumento de demanda por respiradores mecânicos nesse momento crítico de pandemia”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. “Alcançamos um ganho expressivo de produtividade, saltando para 70 unidades produzidas por dia. Apoiamos assim a KTK na maior capacidade de atendimento à demanda dos setores de saúde”.
Schiemer relembra que a Mercedes-Benz está atuando em diversas outras frentes de combate à Covid-19 como a reparação de respiradores em ação nacional coordenada pelo SENAI; a fabricação de respiradores com peças da indústria automotiva, desenvolvido em parceria com Instituto Mauá de Tecnologia e que deve começar após aprovação da Anvisa, na fábrica de São Bernardo do Campo (SP); além de doações de máscaras e itens médicos e de higiene, entre outras iniciativas.

“Nós assumimos o compromisso de proteger nossos funcionários com medidas de saúde e segurança nas fábricas e também ajudar a sociedade, salvando vidas. Por meio dessas ações, nossa Empresa coloca à disposição suas instalações, recursos e sua força de trabalho voluntária a fim de contribuir em todas as frentes possíveis. Nosso propósito é trabalhar ‘Para todos que movem o mundo’. Mais do que nunca, nos comprometemos a ajudar o próximo e superarmos juntos esse momento extremamente desafiador, tanto para o Brasil quanto para todo o mundo”, conclui Schiemer.