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Novas placas nas pistas automáticas

    Motoristas que trafegam pelas estradas da Entrevias Concessionária de Rodovias e que utilizam o sistema de cobrança automática já podem encontrar nova identificação na sinalização das pistas desse tipo de recolhimento de tarifa em algumas das praças de pedágio. Por determinação da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo), equipes da Concessionária estão substituindo as antigas placas, que possuíam o logotipo das diversas empresas que operaram esse sistema, por novas que não possuem esse tipo de identificação. A nova sinalização é mais genérica e está de acordo com o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, editado pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

    A determinação da Artesp vale para todas as concessionárias do Estado. A substituição se dá pela ampliação dos serviços realizados por diversas empresas que oferecem o serviço de pedágio automático com a utilização de TAGs. Técnicos na agência concluíram que se houvesse a inclusão de novos logotipos, a eficiência da sinalização poderia ser comprometida devido à grande quantidade de informações inseridas nas placas. No Estado de São Paulo, atualmente, o sistema automático responde por 57% do tráfego pedagiado. Nas rodovias da Entrevias, a substituição vem sendo realizada dentro de uma programação técnica.

    A mudança não interfere no funcionamento das pistas de cobrança automática. Ao passar pelo local, além de possuir o sistema contratado, o motorista deve reduzir a velocidade do veículo, transitando dentro do limite estabelecido de 40 km/h.

Volkswagen T-Cross

    O novo SUV oferece espaço surpreendente na cabine. Um dos elementos responsáveis por isso é a Estratégia Modular MQB – que permite grande flexibilidade de construção graças aos parâmetros variáveis (entre eles, a distância entre-eixos e as bitolas). A posição de dirigir é mais elevada, típica de SUVs, o que colabora para melhorar o espaço interno.

    A capacidade do porta-malas do T-Cross é excelente (o volume varia entre 373 e 420 litros). O encosto rebatível do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade.

    Além de sensores dianteiro e traseiro para estacionamento, o T-Cross também pode ser equipado com o sistema “Park Assist 3.0”, que permite o estacionamento autônomo em vagas paralelas e transversais – e agora com a função de freio de manobra.

    O design é arrojado. A parte dianteira destaca-se por sua altura; o design é carismático, com uma grade ampla e faróis de LED integrados e diferencia-se do desenho do modelo europeu – aqui se nota a influência direta dos designers brasileiros e da estratégia de regionalização adotada pela empresa.

    Também responsável por essa altura acentuada é a tampa do compartimento do motor. A região inferior da parte dianteira distingue-se por detalhes como os faróis de neblina inseridos de modo marcante.


 Aedes Aegypti oferece mais perigo no verão

    As altas temperaturas e o grande volume de precipitação tornam o verão a época do ano mais propícia para a reprodução de mosquitos, dentre eles o Aedes Aegypti. Esse inseto faz o papel de vetor de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, transmitindo o vírus de uma pessoa para a outra. “Ele também pode carregar o vírus da febre amarela urbana, porém, no Brasil, não existe relato de transmissão urbana desde 1942”, afirma Dr. Jorge Isaac Garcia, infectologista.

    Essas arboviroses ocorrem em ciclos epidêmicos, havendo um período de dois a três anos entre uma epidemia e outra. O crescimento desgovernado dos grandes centros urbanos e a falta de saneamento básico, de políticas públicas e de colaboração da população dificultam uma mudança nesse quadro.

    No caso da Febre Amarela, transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, o aumento de casos está associado à expansão das zonas de matas ocupadas pelo ser humano, uma vez que essas áreas são habitat dos vetores da febre amarela silvestre. Tragédias ambientais também são fatores que alteram a frequência dos ciclos de epidemia, porque provocam uma alteração na biodiversidade local e promovem migração de animais que podem estar contaminados.

    O método mais eficaz para evitar a contaminação é controlar a proliferação desses mosquitos. Eles estão mais presentes em cidades populosas e buscam água limpa e parada para depositarem seus ovos.

  • Eliminar água parada de garrafas, pratos, vasos e pneus;
  • Manter calhas limpas;
  • Manter saídas de água desobstruídas;
  • Tampar ralos;
  • Manter as vacinas em dia (no caso da febre amarela).

    Os sintomas variam de uma doença para outra, mas dores de cabeça, febre persistente, náuseas e vômitos são os fatores em comum entre elas. A Chikungunya tem as dores nas articulações e a formação de edemas como características próprias. Já a Zika vem acompanhada de coceira, vermelhidão e conjuntivite sem secreção.

    Alguns grupos de pessoas correm mais perigo caso sejam infectados, portanto devem ser mais cautelosos quanto às medidas preventivas. Essa categoria de risco engloba gestantes, maiores de 65 anos, menores de dois anos e portadores de doenças crônicas.

Veja as profissões que estarão em alta nos próximos anos

    Quais as profissões que prometem marcar forte presença no mercado? Existem profissões que se destacam e que devem ter uma boa procura durante o ano de 2019. Para o diretor executivo da Bazz Estratégia de Recursos Humanos, Celso Bazzola, para definir os setores que se destacarão são necessárias algumas análises.

    “O que leva a definirmos algumas carreiras promissoras para o próximo ano são as tendências de mercado e a economia do país. As necessidades e mudanças de comportamento também influenciam nessa análise”, explica.

    Aí vale um alerta, não é porque estas profissões estão valorizadas que se deve correr atrás das mesmas, existe neste caminho mais um ponto muito importante, a vocação. Geralmente por influências externas, em muitos casos os profissionais optam pelo dinheiro e o resultado pode ser desastroso.

    Mas vamos às áreas de destaque:

  1. Agroecólogo – profissional que combina conhecimentos de sustentabilidade com agroindústria.
  2. Gerontólogo – atua não só com a saúde de pessoas idosas, mas também com a felicidade e o bem-estar delas.
  3. Analista de BI (Business Inteligent) – tem capacidade de interpretar dados e entender os comportamentos de consumo.
  4. Técnico em drones – especializado em pilotar esse tipo de aeronave não tripulada para serviços na parte de segurança, fotos e filmagens, análise de campo e solo, etc.
  5. Desenvolvedor mobile – profissional que desenvolve softwares para dispositivos móveis
  6. Cientista de dados – papel decisivo para o futuro de muitas empresas, pois utiliza seus conhecimentos estatísticos e matemáticos para resolver problemas de negócios e identificar tendências capazes de alavancar os resultados da companhia.
  7. Analista de mídias digitais – ajuda a buscar, por meio do engajamento, o bom relacionamento utilizando as  redes sociais digitais.
  8. Biotecnologista – pode trabalhar com o melhoramento da produção agrícola, com o controle de qualidade e desenvolvimento de remédios.
  9. Designer de games – consiste em criar e desenvolver jogos eletrônicos para diversas plataformas, seja ele para treinamento ou entretenimento.
  10. Conselheiro – seu papel é sugerir melhorias para a governança corporativa, com base nos seus conhecimentos técnicos de controladoria, finanças e contabilidade e vivência de mercado.

    “Porém, não devemos alterar os planos profissionais para outras carreiras apenas por tendências, considero que mais importante é avaliar suas habilidades e paixão, assim, com certeza, o sucesso será inevitável”, conta o diretor da Bazz.

A volta do buggy totalmente elétrico

    A Volkswagen está trazendo a lenda de volta à vida! No começo de março, o Grupo sediado em Wolfsburg (Alemanha) vai revelar a primeira versão de um novo buggy totalmente elétrico. Inspirado nos populares buggies americanos, o carro-conceito está baseado na matrix modular para veículos elétricos (MEB), demonstrando como a plataforma pode ser realmente multifacetada.  

    O conceito de buggy totalmente elétrico é baseado nos antecessores que fizeram história na Califórnia. Naquela época, o chassi do Fusca servia como base; agora, a MEB permitirá ser ainda mais flexível. Fiel ao estilo original, a reinterpretação do buggy não tem teto fixo ou portas convencionais, enquanto as rodas são calçadas com pneus off-road e as soleiras laterais abertas dominam o visual como um todo.

    O novo conceito de veículo MEB mostra como a plataforma totalmente elétrica pode ser usada não só para modelos de produção em série de larga escala. Assim como o chassi do Fusca no passado, a matriz modular para veículos elétricos tem potencial para facilitar o desenvolvimento de séries de nicho em baixo volume.

    O histórico de veículos recreacionais com tecnologia Volkswagen é de longa data: desde Fusca conversível e carrocerias especiais produzidas por companhias como Hebmüller e Rometsch até o design totalmente aberto feito para o buggy Meyers Manx, o chassi do Fusca permitiu soluções criativas – e às vezes exclusivas – por décadas. Globalmente, cerca de 250 mil unidades foram construídas como modelo único ou de baixo volume ao longo da década de 1980.